terça-feira, 18 de outubro de 2011

A Sociedade Da Informação



Vivemos em uma sociedade onde a informação nunca foi tão facil de ser recebida e isso a preço de banana, pois graças aos nossos veiculos de comunicações tecnologicos, como por exemplo " o computador " isso esta amplamente difundido.

Ao longo da história o homem tem criado os mais diversos meios e ferramentas para comunicar, e deste modo melhorar os seus padrões atuais de vida. Diante das suas criações, hoje as conclusões a tirar são complexas e pouco exactas. Se por um lado as suas criações lhe conferem um melhor modo de vida (como a criação de transportes, comunicações, etc.), são precisamente estas criações que o destroem (a poluição, desemprego, etc.).

Assim, assistimos a um desenvolvimento tecnológico, independente e autónomo, sem necessitar de ser controlado pelo homem (o seu criador). Ou como mais recentemente a ciência nos afirma: “o desenvolvimento tecnológico avança tão rápido que o homem não o consegue alcançar”.

Estamos vivendo numa época de mudanças ou numa mudança de época? Como caracterizar as profundas transformações que acompanham a acelerada introdução na sociedade da inteligência artificial e as novas tecnologias da informação e da comunicação (TIC)? Trata-se de uma nova etapa da sociedade industrial ou estamos entrando numa nova era? “Aldeia global”, “era tecnotrônica”, “sociedade pós-industrial”, “era - ou sociedade - da informação” e “sociedade do conhecimento” são alguns dos termos cunhados com a intenção de identificar e entender o alcance destas mudanças. Mas, enquanto o debate continua no âmbito teórico, a realidade se adianta e os meios de comunicação escolhem os nomes que temos de usar.

Fundamentalmente, qualquer termo que usemos é um atalho que nos permite fazer referência a um fenômeno - atual ou futuro - sem ter de descrevê-lo todas as vezes; mas o termo escolhido não define, por si só, um conteúdo. O conteúdo surge dos usos em um dado contexto social que, por sua vez, influem nas percepções e expectativas, uma vez que cada termo carrega consigo um passado e um sentido (ou sentidos), com sua respectiva bagagem ideológica. Era de se esperar, então, que qualquer termo que se queira empregar para designar a sociedade na qual vivemos, ou à qual aspiramos, seja objeto de uma disputa de sentidos, por trás da qual se confrontam diferentes projetos de sociedade.

No contexto da Cimeira Mundial da Sociedade da Informação (CMSI), há dois termos que ocuparam o cenário: sociedade da informação e sociedade do ¬conhecimento com suas respectivas variantes. Mas, apesar de o âmbito ter imposto o uso do primeiro, desde o início houve falta de conformidade e nenhum termo conseguiu um consenso.

Na década passada, “sociedade da informação” foi, sem dúvida, a expressão que se consagrou como o termo hegemônico, não porque expresse necessariamente uma clareza teórica, mas graças ao batismo que recebeu nas políticas oficiais dos países mais desenvolvidos e a glorificação que significou ter uma Cúpula Mundial dedicada à sua honra.

Os antecedentes do termo, contudo, datam de décadas anteriores. Em 1973, o sociólogo estadunidense Daniel Bell introduziu a noção da “sociedade de informação” em seu livro O advento da sociedade pós-industrial [1]. Neste livro, ele formula que o eixo principal desta sociedade será o conhecimento teórico e adverte que os serviços baseados no conhecimento terão de se converter na estrutura central da nova economia e de uma sociedade sustentada na informação, onde as ideologias serão supérfluas.

Esta expressão reaparece com força nos anos 90, no contexto do desenvolvimento da Internet e das TIC. A partir de 1995, foi incluída na agenda das reuniões do G7 (depois, G8, onde se reúnem os chefes de Estado ou governos das nações mais poderosas do planeta). Foi abordada em fóruns da Comunidade Européia e da OCDE (os trinta países mais desenvolvidos do mundo) e foi adotada pelo governo dos Estados Unidos, assim como por várias agências das Nações Unidas e pelo Banco Mundial. Tudo isso com uma grande repercussão mediática. A partir de 1998, foi escolhida, primeiro na União Internacional de Telecomunicações e, depois, na ONU para nome da Cúpula Mundial programada para 2003 e 2005.

Neste contexto, o conceito de “sociedade da informação” como construção política e ideológica se desenvolveu das mãos da globalização neoliberal, cuja principal meta foi acelerar a instauração de um mercado mundial aberto e “auto-regulado”. Política que contou com a estreita colaboração de organismos multilaterais como a Organização Mundial do Comércio (OMC), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, para que os países fracos abandonem as regulamentações nacionais ou medidas protecionistas que “desencorajassem” o investimento; tudo isso com o conhecido resultado da escandalosa intensificação dos abismos entre ricos e pobres no mundo.

Na verdade, no final do século, quando a maioria dos países desenvolvidos já havia adotado políticas de desenvolvimento da infra-estrutura das TIC, ocorre o espetacular auge do mercado de ações da indústria das comunicações. Entretanto, os mercados do Norte começam a se saturar. Assim, intensificam-se as pressões com relação aos países em desenvolvimento para que deixem a via livre ao investimento das empresas de telecomunicações e informática em busca de novos mercados para absorver seus excedentes de lucros. Neste contexto convocado pela CMSI; esse panorama se modifica, entretanto, uma vez que a bolha do mercado de ações estoura, a partir do ano 2000. No entanto, esta realidade e o papel-chave que as tecnologias da comunicação desempenharam na aceleração da globalização econômica, sua imagem pública, está mais associada aos aspectos mais “amigáveis” da globalização como a Internet, a telefonia celular e internacional, a TV via satélite, etc. Assim, a sociedade da informação assumiu a função de “embaixadora da boa vontade” da globalização, cujos “benefícios” poderiam estar ao alcance de todos, se pelo menos fosse possível diminuir o “abismo digital.”

* por Sally Burch

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

sábado, 8 de outubro de 2011

Morri Um Dos Maiores Empreendedores e Inovadores Da TI Dos Ultimos Tempos

O mito de criação da revolução digital. É assim que o escritor Walter Isaacson, autor da única biografia autorizada de Steve Jobs, o definiu durante as centenas de páginas a respeito da infância, trabalho, vida e morte do fundador da Apple, uma das maiores empresas do mundo na atualidade.
Steven Paul Jobs (São Francisco, Califórnia, 24 de Fevereiro de 1955 — Palo Alto, Califórnia, 5 de Outubro de 2011 [6]) foi um inventor, empresário e magnata americano no sector da informática. Notabilizou-se como co-fundador, presidente e director executivo da Apple Inc. [7] Foi também director executivo da empresa de animação por computação gráfica Pixar e accionista individual máximo da The Walt Disney Company.

Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos, que era "simplesmente funciona" (em inglês, "it just works"). O impacto desta visão foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.




* Steve Jobs e steve wozniak no começo assim dizer da APLLE

LIVRO PARA VOCÊ LER, APRENDER E COM ISTO ADQUIRIR CONHECIMENTOS EXPLICITOS DESSE GRANDE EXEMPLO DE INOVADOR QUE FOI STEVE JOBS

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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Windows Server 2003 o Livro

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Gestão de TI

Tecnológico

O tecnólogo de Gestão da Tecnologia da Informação é o profissional responsável pela implementação e pelo gerenciamento dos sistemas informatizados nas empresas. É de sua alçada avaliar os sistemas de informação, segurança e bancos de dados, implementar sistemas de automação no gerenciamento da informação nas instituições e determinar estratégias de utilização da informática para garantir o melhor desempenho de cada um dos setores da companhia. Também são de responsabilidade desse tecnólogo o diagnóstico de disfunções de sistema, a implementação de rede de intranet, a solução dos problemas de rede e a escolha dos projetos de informática que devem ser adotados na empresa. Para isso, ele deve estar sempre em dia com as novas tecnologias de informação e com os novos softwares do mercado.

O mercado de trabalho

Em razão da necessidade crescente de as empresas de todos os portes implementarem programas de informatização para otimizar seus negócios e aumentar sua competitividade, esse tecnólogo tem um mercado promissor e com grande margem de crescimento. O setor bancário também demanda o profissional, principalmente para atuar na implantação, operação e manutenção do software ERP (Enterprise Resource Planning), voltado à gestão do negócio. Como os concursos públicos exigem o bacharelado, as vagas se concentram mais nas empresas privadas. O que não significa que esse especialista não possa ser prestador de serviços para estatais, como a Petrobras, que oferecem muitas oportunidades. "A procura por este tecnólogo é maior nas regiões Sul e Sudeste, com destaque para o estado de São Paulo, que concentra as maiores empresas do setor de tecnologia da informação", afirma Oscar Fontanini de Carvalho, diretor da Faculdade de Análise de Sistemas da PUC-Campinas, no interior de São Paulo. Segundo ele, há boa procura pelo profissional também na capital de Pernambuco, onde se localiza o Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R.). "O C.E.S.A.R. é um polo de desenvolvimento de softwares que tem atraído empresas para a cidade e, com isso, aberto vagas para profissionais de TI", afirma Carvalho. Ele acrescenta que leva vantagem na disputa por uma vaga o tecnólogo que tiver no currículo cursos complementares às áreas de governança, qualidade, gerenciamento de projetos e certificações.

Salário inicial: R$ 910,00 (fonte: Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo).

O curso

Existem no Brasil cerca de 100 escolas que oferecem cursos ligados à Gestão de Tecnologia da Informação, focados em várias áreas. A maioria habilita o aluno na elaboração, implementação e administração de sistemas de informação de dados. Alguns têm foco maior em segurança, outros, na criação de softwares personalizados, soluções específicas para cada empresa. O manejo de informações no sistema Linux, de licença gratuita, também é matéria de vários programas de gestão. Os cursos com ênfase em gestão de negócios habilitam o aluno na criação de sistemas específicos para a administração.

Duração média: dois anos.

Outros nomes: Gestão da Tecnol. da Inf. (infraestrutura de tecnol. da inf.); Gestão de Sist. de Inf.; Gestão de Tecnol. de Inf.; Gestão em Sist. de Inf.; Gestão em Tecnol. da Inf.

domingo, 18 de setembro de 2011

Use suas Idéias e Revolucione

Para você que sempre teve idéias mirabolantes e nunca teve uma oportunidade ou nunca encontrou alguém que o motiva-se, aqui vai um link para você clicar e se divertir ou até entrar em reflexão com as ideias dos outros, é só acessar e mandar ver com suas ideias, como brinde a depender de como sua publicação foi recebida (por número de voto)você pode ganhar um kit da 3M.



Clique na imagem acima para acessar o site

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Satélite Inativo Cairá Na Terra

(AP / O Globo) Um satélite extinto da Nasa cairá sobre a Terra, mas a agência espacial disse que há pouca probabilidade de que atinja alguém.

A Nasa indicou que o satélite com 20 anos de existência cairá em algum momento entre o fim de setembro e outubro. Partes deste poderiam cair em qualquer lugar dos continentes habitados em uma faixa que abrange desde o sul de Juneau, no Alasca, até a parte norte do cone sul. Cientistas da Nasa calculam que há uma probabilidade entre 3.200 de que uma parte do satélite possa golpear alguém. A maior parte deste se incendiará ao ingressar na atmosfera terrestre.

O Satélite Investigador da Atmosfera Superior de seis toneladas, ficou sem combustível em 2005 e cairá de sua órbita sem controle. Somente aproximadamente 544 quilos de metal poderiam sobreviver, disse a Nasa.