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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Smart Grid: Uma Boa Solução Em Sustentabilidade Energética



A modernização planejada para a rede nacional de energia dos Estados Unidos pode custar até 476 bilhões de dólares em 20 anos, mas oferecerá 2 trilhões de dólares em benefícios aos consumidores ao longo do período, de acordo com especialistas setoriais.

A rede elétrica dita "inteligente" economizará energia, reduzirá custos e propiciará maior confiabilidade ao distribuir eletricidade dos fornecedores aos consumidores com ajuda de comunicação de dados bidirecional que permitirá o controle de eletrodomésticos, o carregamento de veículos elétricos e o uso de fluxos de energia de fontes renováveis nos lares dos usuários.
"A implementação da rede inteligente é um processo contínuo. À medida que novas tecnologias sejam desenvolvidas e ganhem em custo/benefício, poderão ser usadas para encontrar a forma mais efetiva de equiparar oferta e procura", disse Matt Wakefield, gerente do programa de redes elétricas inteligentes do Electric Power Research Institute (EPRI), em entrevista coletiva.

Para tornar o sistema elétrico do futuro uma realidade, o EPRI, uma organização sem fins lucrativos para a pesquisa e desenvolvimento de tecnologia elétrica, afirmou que as empresas de energia precisam investir entre 17 bilhões e 24 bilhões de dólares ao ano ao longo das duas próximas décadas. Boa parte desse custo será repassado ao consumidor.
"Precisamos informar aos usuários de energia que o sistema elétrico será melhorado e resultará em custos menores, mesmo que não encontrem queda imediata em suas contas de luz", disse Clark Gellings, pesquisador do EPRI.
Por volta de 2050, o EPRI estimou que a conta de luz média provavelmente subirá 50 por cento, caso a rede inteligente seja adotada. Em caso contrário, a conta média pode subir em quase 400 por cento.
Algumas das maiores empresas mundiais de tecnologia estão concorrendo para fornecer infraestrutura às redes elétricas inteligentes, entre as quais IBM, General Electric, ABB, Siemens, Google, Toshiba, Cisco e Microsoft.
Na semana passada, a multinacional japonesa Toshiba fechou acordo para adquirir o grupo suíço de redes elétricas inteligentes Landis+Gyr por 2,3 bilhões de dólares.
Além das próprias gigantes da tecnologia, todos os tipos de empresas nas indústrias de energia, eletrodomésticos e automotiva poderão usar a rede inteligente para interagir com os consumidores.

A rede de distribuição dos Estados Unidos não foi projetada para atender às necessidades de um mercado elétrico reestruturado, demandas cada vez maiores de uma sociedade digital ou para o uso crescente de produção de energia renovável.

A rede elétrica norte-americana atualmente consiste basicamente por grandes usinas geradoras de energia térmica a carvão e a gás e nuclear conectadas a redes locais de distribuição de alta voltagem.
Os EUA conseguem cerca de 46 por cento de sua energia do carvão, 21 por cento de gás natural e 20 por cento de usinas nucleares. Usinas de geração renovável como eólicas e solares geram menos de 5 por cento do total, segundo dados do governo federal

IBM, General Electric, ABB, Siemens, Google, Toshiba, Cisco e Microsoft concorrem para oferecer infraestrutura para as redes "inteligentes" de energia

E no Brasil?








Ao longo dos últimos dois anos, várias concessionárias de energia do Brasil começaram a se aventurar num terreno ainda inexplorado por aqui: a instalação das chamadas smart grids, ou redes inteligentes de energia elétrica.

Na prática, isso significa que elas escolheram algum município dentro de sua área de concessão para trocar, pela primeira vez, os medidores eletromecânicos de consumo dos clientes por medidores digitais inteligentes.
Parece pouco, mas a ação tem o poder de mudar de maneira radical a forma como cada um de nós lida com a energia que ilumina nossas casas. Até hoje, as empresas de energia elétrica recebem as informações sobre o consumo dos clientes apenas uma vez por mês, graças ao trabalho dos leituristas, e também só sabem sobre um problema no fornecimento se alguém ligar para reclamar.

Com o uso do medidor inteligente e de toda a parafernália tecnológica que a ele deve estar atrelada — uma rede elétrica automatizada e um sistema robusto de transmissão de dados —, é possível monitorar o consumo de cada cliente em tempo real.
Eventuais falhas também são percebidas imediatamente. Trata-se de uma guinada sem precedentes para as concessionárias, pois suas incursões nessa seara vinham sendo conduzidas até então numa escala bem modesta.
A portuguesa EDP, por exemplo, foi pioneira no país e começou a testar a viabilidade de uma rede inteligente de energia em Aparecida, município paulista de 35 000 habitantes, em 2011. Lá, a concessionária finaliza a troca do medidor analógico pelo digital inteligente para a totalidade de seus 13 000 clientes até meados de maio.
Em Minas Gerais, a Cemig instalará o equipamento para 8 000 clientes na região de Sete Lagoas, município vizinho a Belo Horizonte, até abril de 2014. Hoje, 3 200 medidores já estão em operação. A novidade é que a AES Eletropaulo também decidiu entrar na era das smart grids, e isso deve mudar completamente a escala do jogo.
Seu projeto é proporcional ao seu tamanho, o de maior concessionária do país em faturamento e consumo de energia, com 6,5 milhões de consumidores. A empresa deverá munir todos os 60 000 clientes de Barueri, cidade vizinha à capital paulista com 250 000 habitantes, de medidores inteligentes até 2015.
“Trata-se do primeiro grande teste de smart grids no país”, diz Britaldo Soares, presidente da AES Brasil, holding dona da Eletropaulo. Para executá-lo, a empresa vai investir 71 milhões de reais nos próximos três anos.
Desse volume, 32 milhões de reais vêm de um percentual da receita líquida que ela, por determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica, é obrigada a investir em pesquisa e desenvolvimento. O restante é um desembolso voluntário.
Por trás do desejo da AES Eletropaulo de testar a viabilidade da smart grid em Barueri, para então expandi-lo para toda a sua área de concessão, há uma série de razões. A primeira delas é que a rede inteligente permitirá à empresa detectar de maneira muito mais fácil as fraudes, o que ajudará na redução das perdas comerciais.
A AES Eletropaulo não divulga o que é isso hoje em dinheiro, mas revela que, em 2012, cerca de 4% da energia que distribuiu foi perdida por meio de práticas ilícitas, como adulteração de medidores e ligações clandestinas — o suficiente para abastecer por dez meses o município de Santo André, na Grande São Paulo, com 670 000 habitantes.
Hoje, para identificar um desvio suspeito no padrão de consumo de um cliente, a empresa precisa esperar, pelo menos, um mês. Com o monitoramento de distribuição da energia em tempo real, qualquer dissonância virá à tona com muito mais rapidez. “Nossa estimativa é que a rede inteligente nos ajude a diminuir as perdas comerciais em Barueri em até 30%”, afirma Maria Tereza Velhano, diretora regional da AES Eletropaulo.

A implantação da smart grid não vai beneficiar apenas o caixa da Eletropaulo. Ela também tem potencial para favorecer o consumidor de diferentes maneiras. Para começar, a smart grid permite que vários consertos na rede, assim como o simples religamento da energia cortada, hoje feitos in loco, possam ser realizados de maneira remota.

Não é uma vantagem trivial, sobretudo para os clientes de uma concessionária cuja área de concessão é famosa por ter o tráfego de veículos mais intenso do país.
O tempo médio que um cliente espera para ter seu problema resolvido pela empresa é 3 horas. Num dia crítico, porém, com tempestades e recorde de congestionamento, essa espera pode chegar a 9 horas. “Por isso, quanto menos deslocamentos as equipes fizerem, melhor”, diz Sidney Simonaggio, vice-presidente de operações da concessionária. “Ganham o cliente e a empresa, que reduz seus custos operacionais.”
Gestão de consumo
Com a adoção da smart grid, o consumidor também passa a ter nas mãos uma ferramenta para gerenciar seu uso de energia. Desde a penúltima semana de abril, os 3 200 clientes da Cemig que já ganharam medidores inteligentes passaram a ter acesso a um site na internet que lhes permite monitorar seu consumo de energia diariamente.
Os 60 000 clientes da AES Eletropaulo em Barueri também poderão fazer o mesmo. O maior benefício para eles será sentido a partir de março de 2014.
Nesse mês, passará a valer para os consumidores de baixa tensão, como residências e pequenos comércios, a chamada tarifa branca — ou preços diferenciados para a energia, dependendo da hora que ela for consumida.
Ou seja, será possível economizar ao consumir fora dos horários de pico. Por isso, a adoção da smart grid tende a beneficiar o meio ambiente, já que incentiva um uso mais racional do recurso — esse é um dos aspectos que vêm impulsionando a disseminação dessas redes na Europa.
Para os europeus, outro atributo valioso da smart grid é que ela permite a geração distribuída — ou o uso das casas dos consumidores para a geração de energia em pequena escala com a instalação de painéis solares e microgeradores eólicos. Cada consumidor se transforma, assim, em uma miniusina de energia. “Na Europa, as concessionárias pagam ao consumidor pelo excedente gerado”, diz Jeferson Marcondes, gestor executivo da EDP Bandeirante.
Portugal tem hoje aproximadamente 20 000 consumidores que são também microgeradores de energia. No Brasil, a geração distribuída ainda não é uma realidade. Com a smart grid da AES Eletropaulo e de outras concessionárias, porém, há agora expectativa de que ela possa decolar no país num futuro menos remoto.

Noticia Extraída do Site da exame.com.


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

FeiraBook A Rede Social Da Cidade De Feira De Santana

Depois que Mark Zuckerberg lançou o Facebook, em 2002, e que o Google apresentou o Orkut, em 2004, a comunidade de Feira de Santana trouxe mais uma criação para o mundo das redes sociais, o Feirabook. Como o próprio nome sugere, o site de relacionamentos, desenvolvido pela empresa local 3it Systems, carrega em si referências explícitas ao Facebook, mas é nas particularidades e no vínculo da comunidade feirense que a rede tem causado furor na cidade.
“Eu não imaginava que nada mais pudesse ser criado de novo nessa área. Mas eu queria fazer algo que chamasse a atenção. Então, veio a ideia de criar uma página da nossa cidade, para que o nosso povo usasse e se conhecesse”, diz o Zuckerberg de Feira, que prefere não se identificar. O idealizador, formado em Sistema de Informação pela Unisa (Universidade Santo Amaro - SP),  conta que foi se inspirando nos grandes nomes da web, como Bill Gates, e na necessidade de participar de alguma maneira desse movimento global.
“Trabalhava em um escritório financeiro. Saí para fundar um negócio próprio, no ano de 2009. Quando vi o filme a Rede Social foi definitivo. Como sou cristão, pedi muito a Deus. Aí o Feirabook nasceu no dia 6 de março de 2012 e, nesta semana, iniciamos a nossa divulgação. Está sendo maravilhoso o retorno”, diz.
Desde o começo da rede, foram mais de 3.600 visualizações e abertura de 300 novas contas. O número é pequeno se comparado aos mais de 800 milhões do Facebook, mas passa longe de ser irrelevante. “A questão é que nosso foco são os feirenses. Você pode ter 900 amigos no Face, mas fala, convive e vê poucas pessoas. Seus amigos mais íntimos, seus vizinhos, colegas de trabalho. Todos vivem na mesma cidade. E juntamos isso nesse grupo menor”.


Para fazer parte da nova onda, o procedimento é similar ao das outras redes: e-mail, senha, dados pessoais, enfim, um cadastro básico.
Quem não reside na Princesa do Sertão também pode participar. É que o autor do Feirabook quer que sua rede funcione pelo mundo virtual afora ligando usuários que possuam qualquer vínculo e/ou interesse com o município.
Uma das diferenças mais visíveis, depois de criado o perfil, é a Timeline. No lugar das informações exclusivas dos amigos/contatos adicionados, aparecem as atualizações de todos os participantes das redes: álbuns, fotos, comentários, o famoso “curtir”, interações. Se quiser mais privacidade (a política de privacidade é, inclusive, livremente baseada na do Facebook), o usuário precisa configurar a página pessoal.
Há, entretanto, quem prefira o compartilhamento pleno das informações.  “No caso de uma rede menor como Feirabook, as atualizações de todos fortalecem os nossos laços. A gente termina até descobrindo quem é nosso vizinho, como o nosso colega pensa,  um desconhecido que é nosso vizinho”, sustenta Genilson Ribeiro dos Reis, 28 anos, estudante de Economia na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).
Outra diferença é a parte dos classificados. Qualquer feirense pode expor seus produtos, adquirir outros e vender serviços sem  cobrança. O usuário também pode fazer o upload direto das músicas que costuma ouvir para a página pessoal, deixá-la armazenada e acessível. A rede  é integrada ao Facebook, possibilitando ao usuário que já possua uma conta na “rede-mãe" se conectar diretamente.
É possível também votar nos perfis considerados “mais influentes”, o que gera uma visibilidade extra ao internauta, e também criar os famosos grupos/comunidades. A mais comentada, até o momento, é a Nerds e Geeks FSA, com oito membros, destinada aos jovens feirenses com “mais 20 anos que ainda moram com a mãe, são loucos por videogames, desenhos animados, e tecnologia”.

* Noticia Extraída Do Correio Da Bahia

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

domingo, 25 de novembro de 2012

A Ultima Palestra

O vídeo da última palestra de Randy Pausch já foi visto mais de 6 milhões de vezes e é um desses vídeos no YouTube que ganham 5 estrelas de avaliação por todos os que assistem. Randy morreu no dia 25 de Jullho, de complicações provenientes de um câncer no pâncreas. Ele tinha 47 anos. Sua família e a Universidade de Carnegie Mellon planejam construir um memorial para que a luta, as idéias e o trabalho de Randy Pausch nunca seja esquecido.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Chamadas Feitas Por Telefones Publicos a 0800 Por Ligação



O Bahiano pode fazer ligações locais para telefones fixos gratuitamente, sem precisar de cartões, nos telefones públicos operados pela Oi. A medida começou a valer no dia 31/08/2012 e mim supreendo como muita gente ainda não sabe dessa novidade, como punição aplicada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) à empresa por não cumprir a meta de manter funcionando e revitalizar pelo menos 90% da planta de telefones de uso público (TUPs) e garantir a densidade de quatro TUPs para cada mil habitantes, como prevê o decreto nº 7.512 de 2011.

Enquanto a operadora não atingir essas metas, as ligações efetuadas a partir de orelhões serão gratuitas. O benefício será encerrado se as metas de revitalização e operacionalidade dos telefones públicos forem atingidas antes de 30 de outubro e se as metas de adequação da densidade também estiverem superadas até 31 de dezembro. Ontem, no primeiro dia de validade das ligações gratuitas, muitos usuários ainda desconheciam o benefício, mas aprovaram a novidade, que torna o telefone público realmente útil. A reportagem visitou alguns bairros de Belém efetuando testes de chamada. Apenas cinco dos 36 orelhões visitados apresentavam algum problema na ligação. Quatro aparelhos estavam em locais de acesso dificultado, cercados pelo mato. Em quatro outros orelhões havia dano na cobertura, mas o aparelho funcionava. Um dos orelhões tinha apenas a cobertura, mas não tinha aparelho. Em todos os consultados que estavam funcionando, foi possível fazer a ligação gratuita.
 O vendedor de farinha Luiz Carlos Ramos, de 40 anos, trabalha na avenida Bernardo Sayão e vendia cartões de telefone fixo. Ele deixou de fazê-lo pela dificuldade em conseguir os cartões e pelas vendas fracas. 'As pessoas preferem colocar crédito no celular. Mas essa gratuidade é uma ‘forra’. Agora o difícil é encontrar um telefone público funcionando. Esse que estou usando agora não funcionam se chover. No centro, também é difícil encontrar um que preste', comentou, enquanto ligava para casa e comprovava que a gratuidade era verdadeira. Luiz Carlos mal lembrava da última vez em que tinha usado um telefone público. A vendedora de açaí Alzira Serrão Ribeiro, 59 anos, tem um telefone em frente ao ponto que ocupa, na esquina da passagem Gastão com a avenida Senador Lemos. Animada com a novidade, ela parou as máquinas e não resistiu a testar a ligação gratuita. Porém, o telefone não estava funcionando. 'Achar um que funcione é o problema. Mas eu sou usuária de telefone público e acho que essa medida ajuda muito. Principalmente, numa emergência ou num recado rápido que precisamos dar a alguém', opinou. Gentil de Araújo Freitas, 66 anos, é proprietário de um mercadinho na travessa Pirajá com a avenida Marquês de Herval. Dentro do estabelecimento, há um telefone público que não funciona. Na esquina, do outro lado da rua, há, porém, um que funciona normalmente. Para ele, tornar gratuitas as ligações é democratizar a telefonia. 'Agora, sim, o telefone público é público mesmo. Claro, traz prejuízos para a operadora, mas já é o pão com o queijo dentro. As pessoas valorizarão mais esses telefones porque eles ganharam mais utilidade. Hoje em dia, esses telefones são abandonados', disse.

Os Estados que poderão fazer estas ligações são: Amazonas, Alagoas, Pernambuco, Pará, Bahia, Acré, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, piauí, Paraná, Rio Grande Do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul e Sergipe, lembrando a vocês que todos os exemplos de cidadões mostrados no 3º paragrafo da noticia, são oriundos do estado do Pará. a Anatel tem a informação das cidades beneficiadas e para ver  clique aqui.
  
  



sexta-feira, 15 de abril de 2011

Pele Humana Capaz De Conduzir Sinais De Banda Larga

Redação do Site Inovação Tecnológica - 25/03/2010

Corpo humano é capaz de transmitir sinais de banda larga
Os eletrodos flexíveis transmitem as ondas eletromagnéticas através da pele gastando 90% menos energia do que uma tecnologia como o Bluetooth. Os grandes cabos conectados aos sensores foram necessários para a medição da velocidade de transmissão.[Imagem: Korea University]

O acesso a redes de banda larga pode estar em suas mãos. Ou em seus braços e em suas pernas. E nos braços e nas pernas de qualquer pessoa.

A equipe do professor Sang-Hoon Lee, da Universidade da Coreia, demonstrou a possibilidade de transferir grandes quantidades de informações, em alta velocidade, fazendo com que as ondas eletromagnéticas viajem pela pele humana.

Transmitindo dados pela pele

Utilizando eletrodos flexíveis, colados sobre a pele, os cientistas transmitiram os dados a uma velocidade de 10 megabits por segundo a partir de um eletrodo A, coletando os dados sem erros em um eletrodo B, situado a uma distância de 30 centímetros.

Os eletrodos finos e flexíveis exigem muito menos energia do que um link wireless tradicional, como o Bluetooth, porque a pele oferece duas vantagens fundamentais em relação ao ar: a pele protege os sinais da interferência externa e permite a transmissão das ondas eletromagnéticas com um nível de atenuação baixíssimo.

Monitoramento de sinais vitais

Embora não vejam praticidade em conectar literalmente as pessoas à internet, os pesquisadores afirmam que o experimento mostra a viabilidade da tecnologia para uso principalmente na área médica.

Hoje, o monitoramento de sinais vitais, como as atividades do coração e do cérebro, ou os níveis de açúcar e de oxigênio no sangue, exige grandes aparelhos, o que inviabiliza o seu uso fora dos hospitais.

E o monitoramento contínuo no dia a dia seria muito desejável, por exemplo, para pacientes com elevados riscos de doenças cardiovasculares ou em convalescença depois de uma cirurgia.

O uso da atual tecnologia sem fios para transmitir os dados para um computador central também ainda não é prático, porque exige baterias muito grandes. "Se usarmos um sinal wireless para cada um desses sinais vitais nós vamos precisar de um monte de baterias," explica o Dr. Sang-Hoon.

Rede biológica sem fios

É aí que entra a possibilidade de uma rede transmitindo através da pele. Segundo o pesquisador, o gasto de energia dessa "rede biológica sem fios" pode ser reduzido para apenas 10% do que seria necessário com a tecnologia atual.

Os dados podem ser coletados do corpo do paciente e transmitidos continuamente para um dispositivo de recepção nas imediações, o que permitirá seu uso em casa, no trabalho e mesmo dentro do carro.

Nada impede também que o sistema de transmissão seja compatível com um protocolo como o Bluetooth. Neste caso, é possível vislumbrar aplicações nas quais o paciente pode simplesmente pegar o celular e transmitir seus dados imediatamente para o médico no caso de algum problema.

Eletrodos flexíveis

Os eletrodos possuem apenas 300 micrômetros de espessura, pouco mais do que a espessura de um fio de cabelo. Mas a expectativa dos pesquisadores é que as futuras versões possam ser ainda mais finas, o que permitirá que sejam implantadas sob a pele.

Na versão atual, os sensores são recobertos por uma camada de polímero semelhante ao silicone, o que evita qualquer irritação na pele.

Os pesquisadores afirmaram já estar em contato com uma grande empresa fabricante de equipamentos médicos para que os novos sensores possam chegar ao mercado.

Antenas humanas

Pesquisadores irlandeses já haviam demonstrado que o corpo humano possui antenas naturais capazes de revelar o estado emocional e fisiológico das pessoas.

Já um grupo da Universidade de Jerusalém demonstrou que, na verdade, todos possuímos antenas naturais capazes de transmitir sinais ao longo do corpo.

Bibliografia:

Wearable polyimide-PDMS electrodes for intrabody communication
Jin-Hee Moon, Dong Hyun Baek, Yoon Young Choi, Kwang Ho Lee, Hee Chan Kim, Sang-Hoon Lee
Journal of Micromechanics and Microengineering
February 2010
Vol.: 20, Number 2
DOI: 10.1088/0960-1317/20/2/025032



*Noticia extraída do site do inovação tecnológica

terça-feira, 12 de abril de 2011

Concurso Intel De Vídeos

NOTÍCIAS EM DESTAQUE:


  • Começa hoje o concurso cultural “Seu Mundo Visual” da Intel, que premiará grandes criações de foto e vídeo feitas por usuários de redes sociais.
  • Concurso é integrado com Youtube e Facebook, e premiará oito vencedores, divididos em quatro categorias.
  • Prêmios incluem notebooks equipados com um processador da 2ª Geração da Família Intel® Core™ e câmeras filmadoras Full HD.

São Paulo, 24 de Março de 2011 – A Intel Brasil lança hoje o Concurso Cultural “Seu Mundo Visual”, que busca despertar a criatividade das pessoas e sua paixão pelas mais avançadas tecnologias visuais. O concurso elegerá os melhores vídeos e fotos em quatro categorias, distribuindo notebooks e câmeras filmadoras aos premiados.

“Desde que nascemos, vivemos uma vida visual. Nós pensamos, criamos, imaginamos e nos comunicamos por meio de várias ferramentas visuais, sejam pinturas, fotos, filmes e outros”, disse Cássio Tietê, Diretor de Marketing da Intel. “Com os novos processadores da 2ª Geração da Família Intel® Core, as pessoas ganham mais liberdade para se expressarem visualmente. Queremos dar uma chance para que as pessoas comuns compartilhem suas incríveis experiências visuais por meio da tecnologia.”

O concurso está intimamente ligado às ferramentas da Intel nas redes sociais, em especial o Facebook e o YouTube, ferramentas que os usuários podem utilizar para mandar suas criações. Também é possível participar acessando o site www.intel.com.br/visual. O concurso aceitará entradas até o dia 28 de Abril. Os vídeos e fotos podem ser cadastrados em quatro categorias – Pessoas, Lugares, Momentos e Objetos.

Serão selecionados oito trabalhos – quatro de vídeo e quatro de fotos, sendo um de cada categoria – para premiação. Os oito vencedores ganharão uma câmera filmadora Full HD. Também serão selecionados dois grandes vencedores – um de vídeo e um de foto – que receberão como prêmio adicional um notebook equipado com um processador Intel Core i5 da 2ª Geração da Família Intel® Core™. Os vencedores serão anunciados nos canais de mídia social da Intel no dia 19 de Maio.

A iniciativa faz parte da estratégia de lançamento da 2ª Geração de Processadores da Família Intel® Core™, os primeiros processadores “visivelmente inteligentes” do mercado, que combinam tecnologias visuais e processadores gráficos 3-D com múltiplos núcleos líderes de desempenho em um único chip. Estes processadores trazem uma série de benefícios para os apaixonados por vídeos, fotos e conteúdo multimídia – incluindo capacidades de reprodução de mídia em alta resolução, recursos para compartilhamento de conteúdo como o Intel WiDi, alta velocidade de codificação de vídeos e incríveis capacidades 3D, entre outras vantagens.

“O Brasileiro é campeão mundial no uso de redes sociais, um verdadeiro apaixonado pelo compartilhamento de grandes momentos através de fotos, vídeos e conteúdo criado por usuários”, comentou Cássio Tietê. “O perfil do consumidor brasileiro está intimamente ligado aos benefícios que a nova família de processadores Intel traz ao mercado, permitindo que as pessoas compartilhem seus momentos especiais na rede de forma muito mais eficiente.”

Serviço: Concurso “Seu Mundo Visual” da Intel

De 24 de março a 28 de Abril

Para participar, acesse um dos sites:

www.intel.com.br/visual

http://www.youtube.com/channelintel

www.facebook.com/intelbrazil

Sobre a campanha Apaixonados pelo Futuro

No Brasil, a campanha “Apaixonados pelo Futuro” reflete a visão da Intel de que tão importante quanto desenvolver a tecnologia em si é preparar o mercado e a sociedade para receber e aproveitar essa tecnologia. Por isso, a Intel está profundamente comprometida com todos os mercados onde opera. Desde sua chegada ao Brasil, há 22 anos, a Intel tem ajudado a preparar o país para o futuro – por meio de seu compromisso de levar ao mercado a liderança tecnológica, a inovação, e da contribuição contínua para a adoção da tecnologia, da melhoria na competitividade do mercado e da indústria local e da realização de fortes investimentos para o desenvolvimento do potencial humano por meio dos programas educacionais.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Revista Info Especial Redes De Computadores

Para os aficionados por redes de computadores como eu, uma revista da info do ano 2006 que aborda as novidades das redes de computadores daquele ano e sendo que algumas delas são usadas até hoje.


Clique na imagem para o download

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Vinil, O Ápice Do Som Analógico


Voltando a falar do som Analógico que é o som mais original que se tem, venho editar aqui nesse meu humilde blog, ele que é a representação de uma era que músicos possuíam um verdadeiro feeling em suas criações artisticas e estes mesmos não tinham tanto recurso tecnológicos para se guiar (era somente dom e mais nada) venho a intensificar sobre o meu amigo VINIL.

O disco de vinil, conhecido simplesmente como vinil, ou ainda Long Play (LP) é uma mídia desenvolvida no início da década de 1950 para a reprodução musical, que usava um material plástico chamado vinil.[1]

Trata-se um disco de material plástico (normalmente cloreto de polivinila, ou PVC), usualmente de cor preta, que registra informações de áudio, as quais podem ser reproduzidas através de um toca-discos. O disco de vinil possui micro-sulcos ou ranhuras em forma espiralada que conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. Trata-se de uma gravação analógica, mecânica. Esses sulcos são microscópicos e fazem a agulha vibrar. Essa vibração é transformada em sinal elétrico. Este sinal elétrico é posteriormente amplificado e transformado em som audível (música).[2]

O vinil é um tipo de plástico muito delicado e qualquer arranhão pode tornar-se uma falha, a comprometer a qualidade sonora. Os discos precisam constantemente ser limpos e estar sempre livres de poeira, ser guardados sempre na posição vertical e dentro de sua capa e envelope de proteção (conhecidas, vulgarmente, como capa de dentro e de fora). A poeira é um dos piores inimigos do vinil, pois funciona como um abrasivo, a danificar tanto o disco como a agulha.

Vamos ver agora esse vídeo que mostra a criação do vinil, desde do acetato até o pvc, uma tecnologia fácil e barata e que causa muito prazer aos admiradores da música, pois tudo é captado por uma frequência e essa é passada para um tipo de agulha que tem o papel de registrar mínimos detalhes verídicos sondados na gravação.




A volta do Vinil


Quem acha que vinil é coisa de sebo, pai ou dj precisa dar uma volta no shopping. Entre as prateleiras de cds, dvds, livros e revistas, toda megalivraria que se preza já tem (ou voltou a ter) uma seção de lps. Ali não estão clássicos do samba-rock ou trilha de novela. Só discos novos e importados, geralmente na faixa de R$ 100 – isso sem falar nos boxes especiais.

Acompanhando uma tendência internacional puxada por relançamentos de jazz e de rock, a Livraria Cultura foi a primeira rede brasileira a se arriscar no nicho, em 2006. “A aceitação foi tão boa que pulamos de 10 para 1 000 títulos”, conta Paulo Herz, diretor comercial da rede. “É só 1% do nosso faturamento de música. Mas quem compra nos interessa, é um cara antenado em coisas novas... Engraçado chamar vinil de ‘novo’, ?”

Pois é, esse novo lp é diferente daquele Sassaricando - Internacional que mofa no fundo da estante. Feito de material melhor, é mais escuro e mais pesado (180 gramas) do que o modelo popularizado no Brasil (125 gramas), o que garante maior durabilidade e um som melhor. Além disso, o preço salgado é compensado, em parte, pelos encartes luxuosos.

Mas por que o vinil e por que agora? Só pra reforçar, em condições ideais, o som é mesmo melhor – tons graves são de 20 a 30% mais graves, por exemplo. Caçadores de tendência, porém, apostam em razões menos técnicas. Para Josh Bizar, da loja virtual de lps e som musicdirect, “as pessoas ainda querem se conectar com o artista, e o lado gráfico e lúdico do vinil faz isso de uma maneira que arquivos deletáveis nunca farão”.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Chip na Retina Pode Permitir a Cego Ver Luzes

Sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007 - 17h25

SÃO PAULO - A Universidade do Sudoeste da California (USC) anunciou um novo modelo de retinas com chip que se comunica com câmeras sem fio.

O experimento consiste no implante de um pequeno chip na retina de pessoas com variados graus de deficiência visual. O chip é capaz de receber sinais de luz de câmeras sem fio e convertê-los em sinais elétricos que podem ser interpretados pelo cérebro humano.

Uma pesquisa preliminar foi realizada com alguns pacientes cegos que relataram perceber diferentes noções de movimentos e luzes com a tecnologia. Para enxergar, o usuário deve colocar um óculos. Na estrutura do óculos está embutida uma câmera de vídeo wireless.

A câmera capta a luz e os reflexos do meio externo e envia as informações para o chip instalado na retina do paciente. A universidade afirma que uma senhora idosa que testou a tecnologia afirmou ter registrado melhora visual. A senhora pode assistir a um jogo de futebol em que seu neto participava e enxergar o movimento dos atletas.

O teste realizado com a avó, no entanto, ocorreu com um chip antigo que usava um conjunto de 16 eletrodos. Agora, os pesquisadores querem testar um novo chip, este com capacidade de processar dados quatro vezes maior.

A pesquisa abre espaço para dar visão a diversos tipos de cegos, especialmente àqueles que tem sua deficiência visual causada por doenças que degeneram a retina.

Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

terça-feira, 2 de março de 2010

Os 20 Aninhos Do Photoshop


10 de fevereiro é aniversário do melhor amigo da mulher, o Photoshop.São 20 anos em 11 versões.



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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Economia Digital Na Alavanca

Economia digital na Alavanca

Estudo encomendado pela Telefônica aponta crescimento da região três vezes maior do que o de países ricos

A economia digital nos países latino-americanos cresce três vezes mais do que em países mais ricos, como Estados Unidos, Europa e asiáticos. A informação foi retirada do relatório DIGIWORLD América Latina 2007, realizado na Espanha a pedido da Telefônica.

O estudo especula sobre a redução da distância entre América Latina e países ricos em relação à adoção de tecnologias de comunicação. Os números indicam que, entre 2003 e 2005, a taxa de crescimento média na América Latina foi de 14%, enquanto Estados Unidos e Europa cresceram 5% e países da Ásia e Pacífico, como Japão e Coréia do Sul cerca de 6%.

O estudo define como economia digital os setores que se baseiam em tecnologias digitais, como telecomunicações, tecnologia da informação, bens eletrônicos e serviços audiovisuais.

Fonte
ECONOMIA digital na AL avança. Disponível em: . Acesso em: 18 mar. 2008.